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Com pandemia, vendas de carros saem de alta de 9% para baixa de 8% em apenas duas semanas de paralisação

As vendas de autoveículos no Brasil foram atingidas em seu melhor momento pelo pandemia da Covid-19. Até a terceira semana de março, o mercado interno estava registrando alta de 9% em relação ao mesmo período de 2019, em linha com as projeções feias no início do ano pela Anfavea, associação dos fabricantes. Porém, com o fechamento das concessionárias e a paralisação de todas as fábricas de carros, caminhões e ônibus, o tombo foi inevitável.

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De acordo com os números registrados pelo Renavam, março fechou com 163.638 autoveículos emplacados, 18,6% a menos que em fevereiro e 21,8% a menos que em março de 2019. No acumulado do ano, o Brasil já teve 558,1 mil veículos vendidos, queda de 8% na comparação com o primeiro trimestre de 2019. O maior tombo foi no mercado de ônibus (22%), e o menor no de comerciais leves (1,6%), Carros caíram 9% e caminhões, 6%.

A média diária de vendas vinha na faixa acima de 10 mil carros até a metade de março. Depois foi minguando, chegando à média inferior a 1 mil unidades nas duas últimas semanas. Com isso, o mercado interno teve seu pior mês de março desde 2006. E abril tenderá a ser um dos piores meses da história da indústria automobilística nacional, já que as fábricas e concessionárias não deverão reabrir durante o que deve ser o auge da proliferação do coronavírus, com vêm alertando as autoridades de Saúde.

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