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Vendas reagem na primeira quinzena de junho, mas ainda são metade de 2019

O fechamento da primeira quinzena de junho trouxe algum alento para o setor automotivo. Até ontem (15/6), 51,5 mil autoveículos foram emplacados no país, na soma de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Esse volume representa um crescimento de 79% sobre a primeira quinzena de maio, mas ainda é 51% inferior ao desempenho do mesmo período de 2019.

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A média diária de emplacamentos já supera a marca de 5 mil unidades neste mês, enquanto em maio não chegava a 3 mil unidades. Mas vale lembrar que antes da pandemia o mercado girava 11 mil unidades por dia, em média. No acumulado do ano foram vendidos 727,5 mil veículos, 38% a menos do que foi registrado no ano passado entre janeiro e 15 de junho. A Anfavea (associação das montadoras), projeta uma queda de 40% para o ano, caso não haja algum programa de estímulo ao consumo no segundo semestre.

A reabertura de concessionárias na maior parte do país vem ajudando nessa reação de mercado, sobretudo em São Paulo, maior mercado em volume. A volta das atividades nos Detrans também ajuda no fluxo de licenciamentos, o que não ocorria em maio, e principalmente em abril, pico da quarentena.

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Todos os segmentos reagiram em junho, em especial automóveis e ônibus (93%), que haviam apresentado as maiores quedas nos três meses anteriores. Os caminhões e comerciais leves ostentam as menores quedas, graças ao bom desempenho dos pesados na safra agrícola e dos veículos de entregas rápidas nas cidades.

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